Bradesco: Cielo é indispensável para o banco, mesmo sem dar tanyo dinheiro como no passado, diz presidente

Bradesco: Cielo é indispensável para o banco, mesmo sem dar tanyo dinheiro como no passado, diz presidente

De acordo com Octavio de Lazari Jr, empresa agora começa a se recuperar, com foco no varejo

Por Álvaro Campos, Talita Moreira e Fernanda Bompan, Valor — Sao Paulo

O presidente-executivo do Bradesco, Octavio de Lazari Jr, afirmou que a Cielo - controlada em conjunto com o Banco do Brasil - é indispensável para o grupo. Segundo ele, ainda que o Bradesco não ganhe mais tanto dinheiro com a contabilização da equivalência patrimonial da Cielo como já ganhou no passado, é impossível ficar sem uma operação de adquirência.


“A Cielo é líder de mercado, mas ficou um tempo sentada em contas de grandes empresas. Depois fez a opção de sair disso e privilegiar o varejo, e agora começa a se recuperar”, comentou. “A adquirência faz parte do nosso core business, é fundamental para termos uma oferta ampla de produtos e serviços”.


Ele ressaltou que a Cielo ainda é líder de mercado, mas reconheceu que novos entrantes se movimentaram mais rápido para se adaptar a novas realidades. “Esse é o turnaround que estamos fazendo na Cielo, que tem que ser mais ágil. O fato de não termos o controle [direto] não significa que não podemos ter produtos e serviços da melhor qualidade. A Cielo vem atendendo bem a gente”.


Questionado em teleconferência com analistas sobre qual seria o nível de payout [porcentagem do lucro líquido distribuído na forma de dividendos ou juros sobre capital próprio] este ano, Carlos Firetti, diretor de relações com o mercado, lembrou que no ano passado havia uma limitação de pagar no máximo 30% do lucro.


“Considerando a expectativa de crescimento da carteira, o nível de rentabilidade implícito no guidance (expectativas), nós vamos continuar gerando capital, e é bem possível que aumente o payout. Não tem um direcionamento definitivo, mas é o caminho que deve se seguir, óbvio que olhando a evolução da pandemia”, explicou.

Perguntado se o payout poderia ser parecido com 2019, quando chegou a quase 50% do lucro, Lazari afirmou que, se não houver surpresas, o Bradesco vai continuar fazendo o que fez nos últimos anos (antes da pandemia), “pagando o dividendo que sempre pagou”.

Ele lembrou ainda que a posição de capital do banco está em um nível mais confortável e continuará crescendo em 2021.


(Esta reportagem foi publicada originalmente no Valor PRO, serviço de informações e notícias em tempo real do Valor Econômico)

plano de saúde unimed fortaleza
hapvida fortaleza
plano de saúde hapvida
plano de saúde amil empresarial
Plano de Saúde Bradesco no Nordeste

Comments

Popular posts from this blog

Reajuste nos planos de saúde é necessário para manter coberturas e serviços

SulAmérica prorroga vendas de planos de saúde a partir de duas vidas

Allcare e Unimed Campina Grande fecham parceria