Inflação ficará acima de 6% no 2º tri e deve preocupar BC, diz Ibiuna
Inflação ficará acima de 6% no 2º tri e deve preocupar BC, diz Ibiuna
Segundo sócio-fundador da gestora de investimentos, a situação da inflação mudou: de risco de romper o piso da meta, choques levaram a alta dos preços para o topo da meta
No período de abril a junho, e talvez julho, a inflação acumulada no Brasil deve bater 6,5% por efeitos estatísticos, “uma trajetória completamente diferente da que imaginávamos que teríamos 9, 12 meses atrás”, diz Rodrigo Azevedo, sócio-fundador e co-diretor de Investimentos de estratégia macro da Ibiuna Investimentos e ex-diretor do Banco Central, na live do Valor.
Segundo ele, a situação da inflação mudou: de risco de romper o piso da meta, choques levaram a alta dos preços para o topo da meta. “Se você é o Banco Central, você tem que estar muito mais preocupado”, afirma Azevedo. “Uma coisa é você ter uma inflação andando a 2%, 2,5% e você ter muito estímulo e errar a mão e a inflação sobe 1 ponto percentual, para 3,5%. Outra coisa é você estar com a inflação andando a 6%, 6,5%, e de repente tem outro tipo de choque que faz a inflação subir 1 ponto percentual. Aí você vai para 7%, 7,5%.”
Para Azevedo, mesmo assim, isso não é uma preocupação, pois a memória de uma inflação alta ainda está muito presente, afirma ele, referindo-se às indexações passadas e, também, ao teto de gastos, que é reajustado pela inflação acumulada do ano anterior. Após a passagem do efeito estatístico decorrente de uma base de comparação de inflação muito baixa no ano passado no 2º trimestre, a inflação deve se desacelerar, devendo terminar o ano a 4,5%, sustenta o profissional.
(Esta reportagem foi publicada originalmente no Valor PRO, serviço de informações e notícias em tempo real do Valor Econômico
plano de saúde unimed fortalezahapvida fortaleza
plano de saúde hapvida
plano de saúde amil empresarial
Plano de Saúde Bradesco no Nordeste
Comments
Post a Comment